Um tripulante da Lufthansa, de 57 anos, e um segundo hóspede morreram na noite de sexta-feira, 30 de outubro de 2026, após serem eletrocutados na piscina na cobertura do hotel cinco estrelas Conrad Hotel, em Bengaluru, Índia. O incidente de tripulante da Lufthansa eletrocutado em Bengaluru também deixou dois socorristas feridos, e a polícia abriu investigação por negligência sobre a suspeita de falha elétrica.
O que aconteceu no Conrad Hotel Bengaluru?
Por volta das 17h30 local, a piscina do terceiro andar do Conrad Bengaluru, no bairro de Halasuru (Ulsoor), ficou energizada. As vítimas fatais foram Alexander Maximilian Theiss, 57, tripulante alemão da Lufthansa em escala, e Juraj Horvat, 45, gerente de projetos eslovaco da IBM. Ambos entraram na piscina após chegar ao hotel, usado por companhias aéreas para descanso de tripulações entre voos.
Dois socorristas também se feriram: Mathew Desantis, 41, hóspede americano, e Rahul Tiwari, 28, atendente e salva-vidas indiano. Ambos foram levados ao Manipal Hospital e não correm perigo, com relatos de alta. O Conrad Bengaluru, do grupo Hilton, é um dos hotéis usados para padrões de hotéis para pernoite de tripulações aéreas e descanso entre voos.
Quem eram as vítimas e os socorristas?
Theiss era alemão, de 57 anos, tripulante da Lufthansa em escala. Horvat era eslovaco, de 45 anos, gerente de projetos da IBM. Os feridos foram Desantis, hóspede americano de 41 anos, e Tiwari, atendente e salva-vidas indiano de 28 anos, tratados no Manipal Hospital.
Como a piscina ficou energizada?
Investigadores suspeitam de vazamento elétrico, possivelmente da iluminação submersa, mas a causa exata não foi confirmada. O tabloide alemão Bild relatou, citando fontes anônimas, que o choque pode ter ocorrido quando as luzes foram ligadas. O comissário Seemant Kumar Singh disse que laudos forenses e técnicos são aguardados.
Segundo queixa da esposa de Theiss, Silvia Ottawa, os homens sofreram choque ao tentar sair da piscina e se afogaram. A queixa alega negligência na manutenção. A polícia registrou caso sob a Seção 106 da Bharatiya Nyaya Sanhita (morte por negligência) na Delegacia de Halasuru. A segurança elétrica em piscinas de hotéis passou a ser questionada, ecoando debates sobre regulamentos de segurança elétrica em hotéis.
Resposta da companhia aérea e impacto na segurança hoteleira
A Lufthansa confirmou a morte do tripulante e disse estar profundamente entristecida, oferecendo condolências à família e pedindo privacidade. A KLM, que também usa o Conrad Bengaluru para escalas, confirmou que seus tripulantes estavam no hotel no momento, mas não se feriram. Eles já retornaram aos Países Baixos.
O hotel fechou a piscina para manutenção, supostamente de 31 de outubro a 30 de novembro de 2026, enquanto autoridades fazem verificações forenses e de segurança elétrica. O caso renovou a atenção sobre protocolos de segurança de tripulações aéreas e padrões de manutenção elétrica em hotéis na Índia.
Perguntas Frequentes
O que aconteceu no Conrad Hotel Bengaluru?
Em 30 de outubro de 2026, dois hóspedes foram eletrocutados na piscina do terceiro andar. Um tripulante da Lufthansa e um gerente eslovaco da IBM morreram; dois socorristas ficaram feridos.
Quem foram as vítimas da eletrocussão em Bengaluru?
Alexander Maximilian Theiss, 57, tripulante alemão da Lufthansa, e Juraj Horvat, 45, gerente de projetos eslovaco da IBM.
O que causou a eletrocussão na piscina?
A causa exata está sob investigação; a polícia suspeita de vazamento elétrico, possivelmente da iluminação submersa. Laudos forenses e técnicos estão pendentes.
Outros tripulantes foram afetados?
Tripulantes da KLM estavam no hotel, mas não se feriram. Desde então, retornaram aos Países Baixos.
O que o hotel está fazendo?
O Conrad Bengaluru fechou a piscina para manutenção e diz cooperar com as autoridades. Um caso policial foi registrado sob morte por negligência.
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