Estreito de Ormuz Reabre Após Bloqueio de Meses
O Estreito de Ormuz, ponto crítico para embarques globais de petróleo, reabriu totalmente no final de junho de 2026, encerrando um bloqueio naval de quatro meses que chocou os mercados mundiais de energia. Imposto em fevereiro após operação militar dos EUA e Israel no Irã, o bloqueio cortou 20% do fornecimento diário de petróleo, elevando os preços acima de US$ 150 por barril e causando escassez na Ásia e Europa.
A reabertura segue um cessar-fogo mediado pela ONU, Catar e Omã. Patrulhas navais retomaram sob força-tarefa multinacional, e as exportações iranianas estão retornando aos níveis pré-crise. A crise global do petróleo de 2026 acelerou investimentos em renováveis e reservas estratégicas.
Antecedentes: O Conflito com o Irã e o Bloqueio
A crise começou em fevereiro de 2026, quando EUA e Israel atacaram infraestrutura nuclear e militar do Irã, incluindo o assassinato do Aiatolá Khamenei. Em retaliação, o Irã minou o Estreito de Ormuz e bloqueou petroleiros de 28 de fevereiro a 20 de junho. A AIE coordenou liberações emergenciais, mas muitos países enfrentaram grave pressão. O FMI estimou um impacto de 2,5% no PIB global.
Impacto nos Mercados Globais de Energia
Os preços do petróleo atingiram US$ 158 por barril em 15 de março. As economias asiáticas foram as mais afetadas; Japão, Coreia do Sul e Índia racionaram combustível. Na Europa, os preços já elevados devido ao conflito Rússia-Ucrânia aumentaram ainda mais. A crise acelerou a transição energética: a UE anunciou €200 bilhões para projetos solares e eólicos, e os EUA aprovaram a Lei de Independência e Segurança Energética de 2026. A transição energética de 2026acordo nuclear com o Irã de 2026perspectiva econômica global de 2026