Chances de recessão diminuíram, diz economista

A probabilidade de recessão diminuiu, segundo o economista Han de Jong, devido a negociações comerciais construtivas e recuperação das bolsas. No entanto, quedas potenciais ainda preocupam, com uma economia americana resiliente. As previsões de crescimento revisadas pelo FMI indicam consequências gerenciáveis, com otimismo cauteloso para o futuro.

Chances de recessão diminuíram, diz economista
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Edicao: PT

Apesar das previsões divergentes dos analistas, a probabilidade de uma recessão diminuiu, afirma o economista-chefe da News Clearly, Han de Jong. 'Principalmente devido às negociações razoavelmente construtivas com os chineses,' ele observa. Americanos e britânicos fecharam os primeiros acordos comerciais, as bolsas mostram recuperação, o dólar se fortalece e a China decretou uma pausa temporária na guerra comercial. Após muita turbulência, a calma parece ter retornado.

No entanto, De Jong alerta que uma recessão ainda é possível. A gravidade e a duração de uma eventual queda são cruciais. 'Se grandes desequilíbrios econômicos precisarem ser corrigidos, uma recessão pode ser muito dolorosa,' ele adverte.

De Jong descreve a atual perturbação nos padrões de comércio internacional como um choque único. Ele destaca a força da economia americana, com posições financeiras saudáveis para famílias, empresas e bancos, permitindo ajustes e recuperação mais rápidos.

Instituições líderes como o FMI revisaram para baixo as previsões de crescimento, mas o impacto é gerenciável. De Jong expressa otimismo cauteloso, especialmente se a guerra comercial for resolvida. Ele também aponta fatores positivos, como inflação mais baixa, poder de compra melhorado e avanços tecnológicos que beneficiam a economia.

Na Europa, o FMI reduziu menos as previsões de crescimento do que para os EUA, pois a guerra comercial afeta principalmente o comércio EUA-Europa, uma parte menor da economia total.

Para empresários holandeses, De Jong questiona se a pausa de 90 dias de Trump na guerra comercial se manterá, considerando possíveis danos à economia americana e as próximas eleições. Ele espera que essas medidas temporárias terminem em breve.

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